Charlie Brown Jr.: a banda toca em Curitiba na próxima sexta-feira (17), e apresenta o seu mais recente CD, Camisa 10
De volta a Curitiba na próxima semana, Chorão e cia. vão encontrar no show uma galera que faz a diferença para as suas carreiras. Conheça um pouco da história desta turma, que aguarda ansiosamente o retorno do Charlie Brown Jr. à capital
Guilherme, Murilo Pedroso, Plasma e Melanie Zettel: fãs da banda
Fãs (foto acima)
“Somos fãs que gostam de uma banda pelo que ela é – com letras e instrumentais ótimos –, e não pelo que ela representa. Tanto que já estão na estrada há 13 anos.”
Guilherme, 18 anos
“O Charlie Brown Jr. é um conjunto entre a personalidade dos músicos e o resultado das músicas. Não adianta você ter músicos bons por trás, mas não ter músicas boas.”
Murilo Pedroso, 22 anos
“Somente o vocalista não cria um todo. As letras são boas, mas sem os instrumentistas o Charlie Brown não chegaria onde está, e não seria o que é.”
Plasma, 20 anos
“Tendo o som do Charlie Brown Jr. por perto não tem tempo ruim! Quem é fã de verdade continua acompanhando e curtindo, mesmo com as mudanças de integrantes.”
Melanie Zettel, 20 anos
Para os fãs da banda Charlie Brown Jr., acompanhar o grupo vai muito além de simplesmente curtir o som dos caras. “Tenho o Chorão como exemplo de vida”, conta Melanie Zettel, 20 anos, que faz parte do fã-clube curitibano do grupo, “É Quente” (http://fcequente.com). Ou seja – só assim já dá para ter uma ideia da ansiedade dessa galera a uma semana do show dos caras aqui na capital. Aliás, esta é a primeira apresentação deles por aqui desde a primeira edição do festival Lupa luna, em 2008.
Mesmo assim, a banda tem um público curitibano fiel. Exemplo disso é que o ingresso para vários setores esgotaram duas semanas antes. Além de Melanie, trocamos uma ideia com Murilo Pedroso, 22 anos; Guilherme, 18; e Plasma, 20, todos integrantes do fã-clube.
De cara, dá para perceber que o Charlie Brown é uma daquelas bandas que conseguiu se manter ao longo dos anos, e conquistou em cada fase uma nova leva de fãs. Enquanto Murilo e Melanie se tornaram aficionados pelo som logo no primeiro CD, em 1997 (Transpiração Contínua Prolongada) – ele por influência do skate e ela da irmã –, Guilherme e Plasma entraram na onda em 2003, com o lançamento do Acústico MTV.
E o grande motivo de toda essa dedicação – essa galera já viajou para tudo quanto é canto, de Londrina a Caiobá, para não perder nenhum show do Charlie Brown Jr. –, é a atenção dada pelo grupo aos seus fãs. “Chorão poderia ser um cara ‘estrelinha’, não estar nem aí para os fãs. Mas não, ele é sempre preocupado e atencioso com todo mundo. Ele é demais, um cara inteligente, alto-astral e guerreiro”, complementa Melanie.
E essa admiração superou altos e baixos. Durante toda a sua trajetória, a maior crise pela qual a banda passou foi, sem dúvida, em 2005, quando todos os membros da banda até então – Champignon, Renato Pelado e Marcão – anunciaram a saída do CBJR. Mas não demorou muito para Chorão voltar à ativa e levantar novamente o nome do grupo, que seguiu com o guitarrista Thiago Castanho, que já fez parte da banda entre 1994 e 2000, além de Heitor Gomes no baixo, Pinguim na bateria e, a partir de 2008, Bruno Graveto, que assumiu as baquetas e segue na formação até hoje. “Não importa o que aconteça, ou o que falem sobre a banda. Nós sempre estaremos apoiando, incentivando e os defendendo no que for preciso”, garante Murilo.
Serviço:
Charlie Brown Jr. Dia 17 (sexta-feira), às 20 horas.
Curitiba Master Hall (R. Itajuba, 143). A partir das 20 hora valor a confirmar.
Gostaria de saber qual é o nome da música em que o Charlie Br. faz participação…é um tipo de reague…obrigado desde já.